quinta-feira, 18 de dezembro de 2008


Símbolo da campanha.
Você já parou para pensar: se a gente não fizer nada pelo planeta, a geração futura não verá baleias, nem ursos polares e nem conhecerão as florestas. A campanha do Carbono Zero já faz parte da política de algumas empresas, ela existe para que pessoas e indústrias possam neutralizar a emissão de gases do efeito estufa. Para melhor entender, um exemplo: O carbono zero é um tipo de crédito, se uma empresa queima X gases do efeito estufa durante seu processo de produção, ela deverá compensar o desequilíbrio neutralizando os outros X presentes na atmosfera, é uma espécie de balança ecológica. Este projeto já é conhecido por empresas e escolas dos Estados Unidos e Europa. É claro que é difícil chegar a uma quantidade específica de poluentes emitidos pelas indústrias, talvez seja impossível chegar a uma equação matemática, mas o importante é que a conscientização garanta o equilíbrio da Terra.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

acelerador de particulas


O LHC é o maior acelerador de partículas já construído e entrará em operação em maio. Uma das coisas interessantes que ele deverá produzir são micro buracos negros. A foto que dá uma idéia do gigantismo do colisor.LHC é a sigla para Large Hadron Collider ( Grande Colisor de Hádrons) e está localizado na fronteira entre Suíça e França. O acelerador é de propriedade do CERN.DimensãoO LHC é composto de um anel com 27Km de extensão (8,6Km de diâmetro) e está enterrado no solo a uma profundidade média de 100 metros. Ele irá acelerar prótons a velocidades próximas à da luz até colidirem e destas colisões espera-se chegar a respostas sobre a origem do universo. Fiquei impressionado pela foto acima que é apenas de um dos detectores do LHC, é algo realmente gigantesco e supera tudo o que já vi em filmes de Ficção Científica na sua grandiosidade e complexidade. Clique na foto para ver em alta resolução e se impressionar também.O que se buscaA principal busca é pelo Bóson de Higgs, uma partícula que pelo modelo padrão da física deve ser a responsável pela massa de toda a matéria que existe no universo (e por conseguinte a gravidade). Esta partícula é tão importante que é chamada de Partícula de Deus. Micro buracos negros e monopólos magnéticos também estão entre o que se espera produzir por lá.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Alvo: Terra


- Asteróides e cometas são uma ameaça constante ao nosso planeta. Conseguiremos impedir a catástrofe da próxima vez?
O primeiro sinal da ameaça era só um pontinho entre os rastros de estrelas no telescópio. Pouco depois das 9 da noite de 18 de junho de 2004, ao findar o crepúsculo sobre o Observatório Nacional de Kitty Peak, no Arizona, David Tholen procurava asteróides em um ponto cego astronômico: nos limites da órbita da Terra, onde a luz do Sol pode ofuscar os telescópios. Tholen, da Universidade do Havaí, sabia que objetos que espreitam nessa região podem tomar o rumo da Terra. Recrutara para ajudá-lo um amigo engenheiro, Roy Tucker, e um jovem colega da universidade, Fabrizio Bernardi. Três imagens da mesma faixa do céu tiradas a intervalos de alguns minutos passaram em seqüência no monitor do computador que eles fitavam. "Olha o bicho aí", diz Tucker, apontando um aglomerado de pixels brancos que trocava de lugar nas três fotos.
Tholen informou o achado ao Centro de Planetas Menores da União Astronômica Internacional, uma câmara de checagem de dados sobre asteróides e cometas. Ele e Tucker pretendiam dar mais uma olhada naquela semana, mas a chuva atrapalhou, e o asteróide sumiu de vista.
Quando os astrônomos conseguiram localizá-lo novamente em dezembro, perceberam o problema: a rocha, maior que um ginásio de esportes, despenca em direção ao nosso planeta a cada poucos anos. Conforme foram chegando mais observações ao Centro de Planetas Menores, o asteróide, batizado de Apófis, o nome do deus egípcio do mal, pareceu cada vez mais sinistro.
"A probabilidade de impacto não parava de aumentar", diz Tholen. No Natal, os modelos previram que havia uma chance em 40 de o Apófis colidir com a Terra em 13 de abril de 2029.
Mas, em 26 de dezembro de 2004, uma catástrofe imediata se abateu: o tsunami no oceano Índico. O público esqueceu do Apófis. Nesse meio tempo, astrônomos haviam desencavado imagens anteriores do asteróide. Os dados adicionais permitiram-lhes calcular sua órbita e concluir que, na verdade, em 2029 o Apófis passaria ao largo da Terra. Mas não puderam excluir uma pequena chance de colisão quando o asteróide passar da próxima vez, no domingo de Páscoa de 2036.
Calcula-se que 10 milhões de asteróides rochosos e cometas de gelo e poeira rodopiem pelo espaço cósmico e, de quando em quando, suas trajetórias se cruzam fatalmente com o nosso planeta. Um colosso de 9,5 quilômetros de diâmetro desabou sobre o golfo do México há 65 milhões de anos, liberando milhares de vezes mais energia que todas as armas atômicas do planeta juntas.
"A Terra toda se incendiou naquele dia", diz o físico Ed Lu. Extinguiram-se três quartos de todas as formas de vida, entre elas os dinossauros.
Astrônomos já identificaram várias centenas de asteróides grandes o bastante para causar um desastre no planeta inteiro. Nenhum está a caminho de o fazer num futuro que será visto por qualquer ser humano hoje vivo. Mas o céu fervilha de asteróides menores que poderiam nos atingir em um futuro próximo, com efeitos devastadores. Em 30 de junho de 1908, um objeto do tamanho de um prédio de 15 andares caiu em uma parte remota da Sibéria chamada Tunguska. O objeto, um asteróide ou um pequeno cometa, explodiu poucos quilômetros antes do impacto, incinerando e derrubando árvores numa área de 2 071 quilômetros quadrados. Por vários dias o céu noturno ficou tão claro com a poeira da explosão ou as nuvens geladas do vapor d᾽água lançadas pelo objeto na atmosfera superior que foi possível ler jornal ao ar livre na Europa. No centésimo aniversário de Tunguska, é preocupante observar que objetos daquele tamanho colidam com a Terra a intervalos de poucos séculos.
Na próxima vez em que o céu cair podemos ser pegos de surpresa. A grande maioria desses corpos menores, capazes de limpar uma cidade do mapa, ainda não aparece nas nossas telas de radar. "Nesse caso, a ignorância é uma bênção", brinca Lu. Mas, na próxima década, estudos deverão preencher essa lacuna, catalogando asteróides aos milhares. "Quase não haverá semana em que não encontraremos asteróides com uma chance em mil de atingir a Terra", diz Lu.

sábado, 6 de setembro de 2008

dormir pouco faz mal ao coração das mulheres


Os cientistas avaliaram através de questionários a qualidade do sono de mais de 200 voluntários, homens e mulheres, de meia idade, sem doenças conhecidas ou utilização de medicamentos de forma regular. Os questionários permitiam a determinação de outros fatores, como depressão, raiva, e suporte emocional da família.Para estabelecer o risco cardiovascular dos participantes, foram retiradas amostras de sangue para determinação dos níveis de substâncias que são conhecidas como marcadores de risco para doenças cardíacas e diabetes. Os testes incluíam glicose, insulina, fibrinogênio, além de indicadores de inflamação, Interleucina 6 e proteína C reativa.A análise dos questionários mostrou que cerca de 40% das mulheres e homens tinham problemas com o sono, esses problemas variavam da dificuldade de pegar no sono e despertar freqüentemente durante a noite. O não foi evidenciada diferença entre os dois sexos no que diz respeito a problemas com o sono.A má notícia para as mulheres veio com o cruzamento dos dados do questionário com os resultados laboratoriais e as avaliações psicológicas.Dormir mal traz alterações de humor e depressão mais intensamente para as mulheres do que para os homens. Da mesma forma, os marcadores de risco cardiovascular estavam elevados nas mulheres que dormiam pior e que tinham os problemas emocionais mais intensos.Os pesquisadores não conseguem explicar como são estabelecidas essas relações entre os problemas com o sono e o aumento do risco cardiovascular, mas essa pesquisa parece confirmar o que se sabia de forma empírica: dormir bem é muito importante para a saúde do corpo e da mente.

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

historia da tabela periodica



A Tabela Periódica surgiu devido à crescente descoberta de elementos químicos e suas propriedades, os quais necessitavam ser organizados segundo suas características. Até 1800 aproximadamente 30 elementos eram conhecidos; nos dias de hoje a Tabela Periódica consta de 109 elementos.
Vejam só como ela cresceu!
Com a Tabela Periódica podemos analisar uma série de propriedades dos elementos. Um químico sempre a tem em mãos. Mas por que será que ela tem esse nome?
O nome "Tabela Periódica" é devido à periodicidade, ou seja, à repetição de propriedades, de intervalos em intervalos, como, por exemplo, ocorre com as fases da lua, que mudam durante o mês e se repetem mês após mês.
A base da classificação periódica atual é a tabela de Mendeleev, com a diferença de que as propriedades dos elementos variam periodicamente com seus números atômicos e não com os pesos atômicos, como era a classificação feita por Mendeleev.
A Tabela Periódica atual é formada por 109 elementos distribuídos em 7 linhas horizontais, cada uma sendo chamada de período. Os elementos pertencentes ao mesmo período possuem o mesmo número de camadas de elétrons.
Vamos verificar?
K 2
K 2
K 2
L 1
L 4
L 8
Viu só, o lítio, o carbono e o neônio possuem 2 camadas (K e L); portanto são do segundo período.
As linhas verticais da Tabela Periódica são denominadas de famílias e estão divididas em 18 colunas. Os elementos químicos que estão na mesma coluna na Tabela Periódica possuem propriedades químicas e físicas semelhantes.
A família é caracterizada pelos elétrons do subnível mais energético, portanto os elementos de uma mesma família apresentam a mesma configuração na última camada.
Vamos verificar alguns exemplos?

O berílio e o cálcio tem a mesma configuração na última camada, isto é, s2; portanto ambos pertencem à família 2A ou 2.
Algumas colunas possuem nomes especiais. Vamos conhecer quais são elas?
Família 1 (1A) -
Alcalinos
Família 2 (2A) -
Alcalino-terrosos
Família 13 (3A) -
Família do boro
Família 14 (4A) -
Família do carbono
Família 15 (5A) -
Família do nitrogênio
Família 16 (6A) -
Calcogênios
Família 17 (7A) -
Halogênios
Família 18 (Zero) -
Gases Nobres
Os elementos da Tabela Periódica podem ser classificados como:
Metais: Eles são a maioria dos elementos da tabela. São bons condutores de eletricidade e calor, maleáveis e dúcteis, possuem brilho metálico característico e são sólidos, com exceção do mercúrio.
Não-Metais: São os mais abundantes na natureza e, ao contrário dos metais, não são bons condutores de calor e eletricidade, não são maleáveis e dúcteis e não possuem brilho como os metais.
Gases Nobres: São no total 6 elementos e sua característica mais importante é a inércia química.
Hidrogênio: O hidrogênio é um elemento considerado à parte por ter um comportamento único.






Como se forma a Chuva Ácida


Inicialmente, é preciso lembrar que a água da chuva já é naturalmente ácida. Devido à uma pequena quantidade de dióxido de carbono (CO2) dissolvido na atmosfera, a chuva torna-se ligeiramente ácida, atingindo um pH próximo a 5,6. Ela adquire assim um efeito corrosivo para a maioria dos metais, para o calcário e outras substâncias. Quando não é natural, a chuva ácida é provocada principalmente por fábricas e carros que queimam combustíveis fósseis, como o carvão e o petróleo. Desta poluição um pouco se precipita, depositando-se sobre o solo, árvores, monumentos, etc. Outra parte circula na atmosfera e se mistura com o vapor de água. Passa então a existir o risco da chuva ácida.



Prejuízos e Efeitos


Segundo o Fundo Mundial para a Natureza, cerca de 35% dos ecossistemas europeus já estão seriamente alterados e cerca de 50% das florestas da Alemanha e da Holanda estão destruídas pela acidez da chuva. Na costa do Atlântico Norte, a água do mar está entre 10% e 30% mais ácida que nos últimos vinte anos. Nos EUA, onde as usinas termoelétricas são responsáveis por quase 65% do dióxido de enxofre lançado na atmosfera, o solo dos Montes Apalaches também está alterado: tem uma acidez dez vezes maior que a das áreas vizinhas, de menor altitude, e cem vezes maior que a das regiões onde não há esse tipo de poluição. Monumentos históricos também estão sendo corroídos: a Acrópole, em Atenas; o Coliseu, em Roma; o Taj Mahal, na Índia; as catedrais de Notre Dame, em Paris e de Colônia, na Alemanha. Em Cubatão, São Paulo, as chuvas ácidas contribuem para a destruição da Mata Atlântica e desabamentos de encostas. A usina termoelétrica de Candiota, em Bagé, no Rio Grande do Sul, provoca a formação de chuvas ácidas no Uruguai. Outro efeito das chuvas ácidas é a formaçao de cavernas.

PREJUÍZOS PARA O HOMEM SAÚDE: A chuva ácida libera metais tóxicos que estavam no solo. Esses metais podem alcançar rios e serem utilizados pelo homem causando sérios problemas de saúde.
PRÉDIOS, CASAS, ARQUITETURA: a chuva ácida também ajuda a corroer os materiais usados nas construções como casas, edifícios e arquitetura, destruindo represas, turbinas hidrelétricas, etc.

PREJUÍZOS PARA O MEIO AMBIENTE LAGOS: os lagos podem ser os mais prejudicados com o efeito da chuva ácida, pois podem ficar totalmente acidificados, perdendo toda a sua vida.
DESMATAMENTOS: a chuva ácida faz clareiras, matando duas ou três árvores. Imagine uma floresta com muitas árvores utilizando mutuamente, agora duas árvores são atingidas pela chuva ácida e morrem, algum tempo após muitas plantas que se utilizavam da sombra destas árvores morrem e assim vão indo até formar uma clareira. Essas reações podem destruir florestas.
AGRICULTURA: a chuva ácida afeta as planações quase do mesmo jeito que das florestas, só que é destruída mais rápido já que as plantas são do mesmo tamanho, tendo assim mais áreas atingidas.



CHUVAS ÁCIDAS NO BRASILA REGIÃO DA SERRA DO MAR

A chuva ácida pode ocorrer nas áreas sob influência da poluição produzida pelas indústrias de Cubatão, próximo à Serra do Mar. Nesta região ocorre um fenômeno muito grave, a morte na floresta Atlântica que recobre a serra. As árvores de maior porte morrem devido à poluição. Os poluentes geram as chuvas ácidas, que causam a queda das folhas em algumas árvores. Abre-se uma clareira, e o Sol, antes bloqueado pela copa das árvores, agora incide diretamente sobre espécies mais sensíveis, matando-as. A destruição assume uma gravidade significativa por causa do papel que as árvores possuem. Elas fixam a camada de solo que reveste a Serra do Mar, impedindo o deslizamento desse terreno. A morte das árvores e o apodrecimento das raízes é prejudicial ao ambiente da serra, pois pode causar em vários pontos verdadeiras avalanches de lama e pedras. Caso esse processo se torne frequente, poderá causar entupimentos de rios (assoreamentos) e inundações.



CHUVAS ÁCIDAS NO MUNDO


Pode parecer que não, mas milhares de pessoas preocupam-se com o meio ambiente. Os dois países com maior interesse em acabar com a chuva ácida são a Grã-Bretanha e a Alemanha. A Alemanha mudou sua política repentinamente para garantir pouca poluição; já a Grã-Bretanha, que tem menos problemas, ainda quer um pouco mais de provasantes de atuar. Um outro país, os Estaods Unidos, acreditam que sejam necessários mais pesquisas e debates antes de uma ação prática.




COMO EVITAR A CHUVA ÁCIDA

CONSERVAR ENERGIA
Hoje em dia o carvão, o petróleo e o gás natural são utilizados para suprir 75% dos gastos com energia. Nós podemos cortar estes gastos pela metade e ter um alto nível de vida. Eis algumas sugestões para economizar energia:
Transporte coletivo: diminuindo-se o número de carros a quantidade de poluentes também diminui;
Utilização do metrô: por ser elétrico polui menos do que os carros;
Utilizar fontes de energia menos poluentes: energia hidrelétrica, energia geotérmica, energia das marés, energia eólica (dos moinhos de vento), energia nuclear (embora cause preocupações para as pessoas, em relação à possíveis acidentes e para onde levar o lixo nuclear).
OUTRAS SOLUÇÕES
Purificação dos escapamentos dos veículos: utilizar gasolina sem chumbo e adaptar um conversor catalítico;
utilizar combustíveis com baixo teor de enxofre.


Oração pré-prova de Química

Pai Nox que estais nos sais
Balanceada seja a vossa nomenclatura
Venha a nox o vosso rênio Periódica seja
a vossa vontade Assim no ferro como no sal
.O pão nox de cada dia nos boroso Oxidai
nossa valência Assim como oxidamos a
quem nos tem Anidrido Não nos deixeis
cair em oxi-redução E livrai-nos do sal.

Ametal.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

celulares explosivos


A notícia de que um aparelho celular pode explodir um posto de gasolina pode assustar muita gente, mas saiba que isso pode acontecer se uma seqüência de fatores ocorrerem na hora do abastecimento. É claro que um acontecimento como este é raro, mas é possível! Para ocorrer uma explosão é necessária uma faísca e todos sabem que a área de abastecimento de veículo é uma área de risco, devido aos gases inflamáveis liberados pela abertura do bocal do veículo, durante a passagem do combustível do bico da bomba para o tanque do automóvel. Há um risco de que estes gases possam se inflamar se expostos a uma fonte de ignição (calor, faíscas elétricas ou chama). Os celulares NÃO podem ser usados em postos na área próxima das bombas de abastecimento, existem frestas na caixa do aparelho que podem possibilitar contato de alguma centelha interna com a atmosfera externa. Esta centelha é proveniente do campo elétrico existente no interior do celular. Portanto, se for preciso atender a uma ligação é melhor que seja dentro das lojas de conveniência. Os acidentes deste tipo já ocorridos são na maioria em postos de auto-atendimento. Nestes postos o próprio motorista é quem abastece, e como todo mundo, na tentativa de fazer duas tarefas ao mesmo (atender o celular e abastecer o carro), acaba por provocar um grave acidente. Outro fator que pode ocasionar um incêndio nos postos é o retorno ao carro enquanto o tanque enche. Pelo atrito com o estofado, por exemplo, a pele adquire eletricidade estática, que, transferida à pistola da bomba, gera a faísca explosiva.
Por Líria AlvesGraduada em QuímicaEquipe Brasil Escola

A química do amor!




Violência, miséria, injustiças. O que torna a vida tão bonita, tão desejada apesar disso tudo? Não há a menor dúvida: é o amor... Pela lente do amor as pessoas enxergam um mundo mais florido, repleto de possibilidades de dar certo. O amor é plenitude, é êxtase. Quando uma pessoa está amando ela se torna mais gentil, alegre, adquire um ar sonhador e vive rindo à toa. O problema é que se o amor não for bem administrado, ele pode levar a pessoa a atitudes "quase" ridículas. É justamente isso que tem feito muita gente resistir aos seus encantos. Há até os que desprezam totalmente (provavelmente por medo de se expor). Acham tudo muito embaraçoso e indesejável.
Afinal, uma pessoa que se dá o respeito não pode viver pelos cantos suspirando por alguém que a faz gaguejar e ficar rubro quando está por perto. Isso sem contar os outros sintomas: mãos suando, coração palpitando, respiração pesada, olhar perdido (tipo "peixe morto"). Muito constrangedor!... Afinal o amor não tem nada a ver com Química, certo? Errado! O AMOR É QUÍMICA! Todos os sintomas descritos acima são causados por um fluxo de substâncias químicas fabricadas no corpo da pessoa apaixonada. Entre essas substâncias estão a feniletilamina, a epinefrina (adrenalina), a norepinefrina (noradrenalina), a dopamina, a oxitocina, a serotonina e as endorfinas. Achou que são muitos nomes? Mas sem eles você não se apaixonaria. A ação de algumas delas é muito semelhante à ação dos narcóticos, o que explica de certa forma a oscilação entre sentimentos contraditórios como euforia e depressão, característica comum a drogados e apaixonados. A ciência ainda não sabe explicar o que desencadeia o processo químico da paixão.Como acontece com toda anfetamina, porém, com o passar do tempo o organismo vai se acostumando e adquirindo resistência. Passa a necessitar de doses cada vez maiores para provocar o mesmo frenesí do início. Após três ou quatro anos o delírio que você sentia já se esvaeceu por completo. Neste estágio bye, bye...
Se suportarem a falta de emoções intensas e decidirem continuar juntos, o cérebro passará a aumentar gradualmente a produção de endorfinas. As endorfinas atuam como calmante, são analgésicos naturais e proporcionam sentimentos de segurança, paz e tranquilidade. Quem diria, hein? A diferença entre uma paixão torrencial e um amor maduro é simplesmente uma questão de liberar a substância certa! A oxitocina também desempenha um papel importante em nossa vida amorosa. Trata-se de um hormônio produzido na hipófise (uma glândula situada no cérebro) cujas funções principais são: sensibilizar os nervos e simular contrações musculares (a secreção de oxitocina é o que leva ao clímax no ato sexual). Além disso, esse hormônio estimula as contrações uterinas da mulher durante parto, leva a liberação de leite e parece que induz as mães a acariciarem e cheirarem seus bebês. E você nem sabia que a química é responsável por tudo isso? Acredite isso também pode acontecer com você. Pelo menos assim você vai parar de fazer cara feia quando ouvir falar de química. Lembre-se sem ela você não sentiria sensações tão maravilhosas como essa. Leia mais sobre química, apaixone-se, dê essa chance ao seu coração, dê essa chance a sua vida, vale a pena!

Você sabia que:

A vitamina D é fixada no organismo através de reações de fotoquímica, ou seja, é necessário luz solar para a sua realização. Para vixar a vitamina D é necessário tomar sol.
As armas químicas são usadas desde a primeira guerra mundial. E teve grande uso na segunda guerra mundial, pelo nazistas, contra os judeus, nas câmaras de gases.
A ausência de vitamina A, acarreta a cegueira noturna, também conhecida como xeroftalmia.
A ausência de vitamina C provoca o sangramento das gengivas e possível perda dos dentes, também conhecida como escorbuto. Esta doença era muito comum nos marinheiros.
O KCl e o NaCl, quando misturados, podem ser classificados como uma solução sólida.
O gás oxigênio induz a convulsões, quando em altas concentrações. Como peróxido, superóxido e ozônio é razoavelmente tóxico.
O lítio é usado farmacologicamente para tratamento de pacientes maníaco-depressivos. E é levemente tóxico.
Novas (15-08-2004)
A vitamina D é fixada no organismo através de reações de fotoquímica, ou seja, é necessário luz solar para a sua realização. Para vixar a vitamina D é necessário tomar sol.
As armas químicas são usadas desde a primeira guerra mundial. E teve grande uso na segunda guerra mundial, pelo nazistas, contra os judeus, nas câmaras de gases.
A ausência de vitamina A, acarreta a cegueira noturna, também conhecida como xeroftalmia.
A ausência de vitamina C provoca o sangramento das gengivas e possível perda dos dentes, também conhecida como escorbuto. Esta doença era muito comum nos marinheiros.
O KCl e o NaCl, quando misturados, podem ser classificados como uma solução sólida.
O gás oxigênio induz a convulsões, quando em altas concentrações. Como peróxido, superóxido e ozônio é razoavelmente tóxico.
O lítio é usado farmacologicamente para tratamento de pacientes maníaco-depressivos. E é levemente tóxico.

A química a bordo dos ônibus espaciais

A atmosfera
Os ônibus espaciais devem carregar tudo que necessitarão durante uma missão, desde combustível até o ar que será respirado pelos astronautas. No caso do ar, são necessários equipamentos que purifique a atmosfera dentro da nave, retirando o gás carbônico, CO2, produzido. Essa reciclagem da atmosfera é feita através de várias reações de óxido-redução.
Em missões curtas, todo o oxigênio é armazenado e não precisa ser regenerado. Somente o CO2 necessita ser removido. O dióxido de carbono é removido através de uma reação com hidróxido de lítio: CO2(g) + 2 LiOH(s) ® Li2CO3(s) + H2O(l)
Mas por que hidróxido de lítio e não outro hidróxido de metal alcalino? Pelo fato de o hidróxido de lítio ter a menor massa molar. Um subproduto desta reação é a água, que pode ser utilizada nos sistemas de refrigeração da nave.
Em missões longas ou a bordo de estações espaciais, o oxigênio precisa ser regenerado. Um meio de se remover o gás carbônico e gerar oxigênio é a reação com superóxido de potássio: CO2(g) + 4 KO2(s) ® 2 K2CO3(s) + 3 O2(g)
Em missões realmente muito longas, como a permanência em estações espaciais, outros processos de reciclagem de oxigênio precisam ser usados para um aproveitamento total dos recursos da nave. O dióxido de carbono pode reagir com hidrogênio, produzindo água: CO2(g) + 2 H2(g) ® C(s) + 2 H2O(l)
O carbono produzido é utilizado em filtros para remover os odores da cabine (imagine o cheiro que deve ser dentro de um lugar onde as pessoas ficam meses trancadas e o banho é uma toalha úmida). O oxigênio e o hidrogênio podem ser gerados através da hidrólise da água: 2 H2O(l) ® 2 H2(g) + O2(g)
Para hidrolizar a água é preciso energia elétrica, que é fornecida através de painéis solares, localizados na parte externa da nave. Por este método, tudo o que é produzido é reaproveitado, aumentando a autonomia da missão.
Os combustíveis
Ao contrário dos automóveis, que são movidos pelo calor gerado dentro do motor, os veículos espaciais são movidos pelo impulso gerado pelos gases produzidos durante a combustão. E ao contrário dos automóveis, as naves precisam levar tanto o combustível quanto o oxidante. Em um ônibus espacial, aqueles dois foguetes laterais que podemos ver durante o lançamento estão cheios de combustível sólido. Esse combustível é formado por alumínio em pó (o combustível), perclorato de amônio (o agente oxidante, que também é um combustível) e óxido de ferro III (um catalisador). Estas substâncias são misturadas a um polímero e formam uma pasta, que é então injetada dentro dos tanques dos foguetes. Durante a decolagem de uma nave, uma das reações que ocorre é:
Fe2O3
3 NH4CLO4(s) + 3 Al(s)
®
Al2O3(s) + AlCl3(s) + 6 H2O(g) + 3 NO(g)
Quando estes tanques ficam vazios,cerca de 3 minutos após a decolagem, eles são ejetados e uma equipe de resgate recupera-os no mar, para utilizá-los em missões futuras.
Depois de serem ejetados, entra em operação os motores da nave e eles passam a queimar o combustível que fica armazenado naquele tanque laranja, preso embaixo do ônibus espacial. Dentro desse tanque ficam armazenados hidrogênio e oxigênio líquidos, que quando queimam produzem vapor de água:
2 H2(l) + O2(l) ® 2 H2O(g)
Nas viagens à Lua, as naves das missões Apollo usaram outros tipos de combustíveis, pois hidrogênio e oxigênio são muito efusíveis, e os motores movidos à combustíveis sólidos têm o problema de serem difíceis de desligar e religar. Eram usados então dois líquidos, uma mistura de derivados de hidrazina (predominantemente metil hidrazina) e N2O4, que quando queimavam produziam um enorme volume de gás: 4 CH3NHNH2(l) + 5 N2O4(l) ® 9 N2(g) + 12 H2O(g) + 4 CO2(g)
Os combustíveis espaciais são geralmente perigosos. A metil hidrazina é um veneno mortal e o N2O4 é muito reativo, sendo armazenado em tanque resistentes à corrosão.

Curiosidades de Química

• Você pode por um bife em uma vasilha com Coca-Cola e ele desaparecerá em dois dias.• Para remover manchas em pára-choques cromados de carros antigos, esfregue a peça com um pedaço de papel alumínio amassado embebido em Coca-Cola.• A Coca-Cola é um ótimo desentupidor de pia, pois dissolve a gordura nos canos.• Os óculos ficarão brilhando se você limpar com vinagre. Uma gota em cada lente é o suficiente.• O ferro de passar roupa desliza mais facilmente sobre as roupas se você usar pasta de dente no fundo do ferro.• Para evitar cheiro na geladeira coloque uma caixa de bicarbonato de sódio aberta. Ele absorve completamente todos os odores dos alimentos guardados.